sexta-feira, 1 de abril de 2011

Bolsonaro.

QUEM TEM MEDO DE JAIR BOLSONARO?

Jair Bolsonaro


Confesso: tenho medo, muito medo, de gente como esse deputado federal racista e homofóbico, “viúva da ditadura” e defensor do uso de armas de fogo pela população.


O cara pode até ser criminalizado pelos absurdos que falou no “CQC” e ter o seu mandato cassado. Mas o mais grave é que, mesmo que isso ocorresse, ele continuaria pregando o ódio por aí – e, muito provavelmente, com mais ódio ainda.


Bolsonaro é o tipo de imbecil com mentalidade atrofiada. Ele, assim como os neonazistas que defendem a “superioridade branca”, realmente acredita no que diz. E, por isso, é altamente perigoso.


Perigoso porque nada vai fazer ele mudar de ideia. Bolsonaro é um convicto, um fanático, alguém com falhas de caráter impossíveis de serem “consertadas”. Foi doutrinado não para refletir, mas para agir de acordo com seus instintos medievais.


Bolsonaro não está sozinho nessa. Existe muita gente preconceituosa no mundo. Mas tem aqueles que procuram se policiar, se livrar do “monstro”, rever seus conceitos quando são contestados. O deputado pertence à outra categoria: a daqueles que “não têm jeito”.


Devemos, sim, combatê-lo sem dó nem piedade. Porque com certeza ele vai nos combater até que "a morte nos separe".


Postado por marcos guinoza às 16:25 Enviar por e-mail
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Marcadores: preconceito e intolerância 0 comentários:

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Nossa total indignação contra o dep Jair Bolsonaro!

Mulheres, enquanto permitirmos é assim que eles nos tratam.Vamos permaner unidas contra o preconceito e seus filhos.Basta!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cuidado!!!

 


Geração Sibutramina #2

A segunda parte do post é exatamente a discussão dos motivos que levam as pessoas a consumirem esse tipo de medicamento e do real objetivo deles.

A Sibutramina - e similares, não no sentido político, mas farmacólogico - foi criada com o objetivo de facilitar que pessoas com dificuldade de perder peso - e quando eu digo dificuldade, é, de forma geral, dificuldade METABÓLICA, não psicológica - a fazê-lo. Seu público-alvo, portanto, eram pessoas com distúrbios metabólicos.

A questão é que não estamos lidando com uma sociedade ideal. Estamos lidando com uma sociedade que exerce pressão no sentido da busca de um padrão não só social mas também - talvez, principalmente - físico. A ideia do corpo perfeito - magro, definido, dentes brancos e perfeitos, cabelo liso - é cuspida todos os dias na nossa cara desde...sempre? Desde que lembramos do comercial de margarina? Desde que vemos o mocinho da novela das 9?


É redundante vir com o discurso da ditadura da beleza etc. Vocês todos já sabem do que se trata. Mas, na busca pelo tal padrão, também estamos lidando com jovens de 15, 16 que talvez nem estejam acima do peso, mas que se consideram 'gordos' por não se encaixarem na foto da modelo photoshopada da revista Marie Claire. E aí, quando você tem o medicamento 'milagroso', isento (?) de riscos, por que não usá-lo para atingir uma meta 'pessoal' de beleza?

Vivemos em uma geração que está bombardeada pela 'mercantilização da saúde' (ih, será que alguém vai me chamar de marxista agora?), em que tudo pode ser depositado numa pílula. Em uma solução simples, rápida, eficaz, sem dor. Não só os medicamentos para emagrecer, como a Sibutramina, mas também os anabolizantes, os medicamentos para memória, os antidepressivos e ansiolíticos (Prozac? Rivotril? Lexotan?), é uma pressão generalizada para o CONSUMO de produtos que podem te 'ajudar' a se igualar com o padrão, a ter aquela barriguinha, aquele cabelo...

Não se enganem, porém, que isso é um fenômeno do século XXI. Já acontece há muito mais tempo que isso, a diferença é que agora existem outros meios - derivados também do grande avanço científico-tecnológico - para exercer essa influência. Essa ideia de upgrade físico foi uma das causas da proibição da Sibutramina, porque o abuso foi gerado em grande parte por pessoas que não precisavam dele, realmente

Uma questão fundamental é saber separar os distúrbios psicológicos dos físicos, metabólicos. E entender que medicamento não é uma pílula mágica, é uma substância que tem riscos e foi projetada para um público específico na maioria das vezes.

quinta-feira, 10 de março de 2011

O significado do dia 08 de março.

História do 8 de março
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.
A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.
Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Objetivo da Data 
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras 
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História 
  • 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
  • 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
  • 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
  • 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
  • 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
  • 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
  • 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
  • 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
  • 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
  • 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
  • 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

T.O.C?

Transtorno Obsessivo Compulsivo (T.O.C.)

Trata-se de um TRANSTORNO PSIQUIÁTRICO, uma doença crônica de evolução variável, que pode surgir de forma abrupta, desencadeada ou não por algum evento estressor. É mais comum na adolescência e vida adulta do que na infância.

Muitas pessoas costumam confundir a personalidade obsessiva compulsiva com o transtorno em si. Podemos ter um parente, um amigo, um vizinho que age de forma ritualística e metódica apresentando uma forma insegura de se relacionar com a realidade. Neste caso, estaremos diante da Personalidade Obsessiva Compulsiva. O Ego (ou o nosso eu, concebido como um pólo de defesa ou de adaptação à realidade) é sintônico. Em outras palavras, aqui o indivíduo não sente que seus traços de personalidade ou comportamento são questionáveis ou estranhos o que auxilia, por exemplo, na profissão, não prejudicando a relação.

Já o T.O.C. é algo estrutural (está na base da formação de nossa personalidade) determinando uma inibição na conduta social e na adaptação do indivíduo com o meio. Neste caso, o Ego é distônico. Ou seja, ele sente que há algo nele que não está certo ou não vai bem, características estas comuns nos neuróticos, causando no indivíduo uma ansiedade e um sofrimento real.

Entre as possíveis causas do Transtorno Obsessivo Compulsivo, podem destacar-se as biológicas e as psicológicas.

Sob o ponto de vista biológico acredita-se que o T.O.C. seria ocasionado por uma disfunção de neurotransmissores em certas regiões do cérebro, podendo ter uma base genética.

Já sob o ponto de vista psicológico, crê-se que este transtorno seja originário de um ambiente infantil rígido, controlador, exigente, ameaçador, onde o indivíduo pode ter sido desvalorizado, desprezado e até humilhado, o que o leva a uma fixação na fase oral de retenção. As condutas obsessivas seriam, portanto, uma forma de domínio sobre a angústia sentida, sendo expressa através da ritualização. Em outras palavras, podem ser vistas como maneiras de conter as pulsões vividas como perigosas e destrutivas.

No que diz respeito a etiopatogenia da neurose obsessiva há uma herança, não genética, mas sim familiar da ansiedade, de como ela é controlada.

Para se defender dos conflitos gerados internamente e no contato, o indivíduo utiliza-se de vários mecanismos defensivos, tais como : isolamento de afeto, intelectualização, formação reativa, anulação e deslocamento.

Neste sentido, o indivíduo pode, por exemplo, isolar um comportamento ou idéia de tal forma, que suas ligações com outros pensamentos ou com o autoconhecimento ficariam interrompidas, banidas da consciência. Ou ainda, apresentar comportamentos contrários a um desejo subjacente. Por exemplo, a mania de limpeza num indivíduo seria uma formação reativa contra o desejo de envolver-se com a sujeira ou seus representantes. Outros podem também se utilizar da anulação retroativa. Neste caso o indivíduo pode abrir a porta, fechar, abrir novamente como forma de anular o primeiro comportamento ou o pensamento anterior. Ë também comum aqueles que transferem um pensamento ou sentimento de uma pessoa para outra que não tem relação com a causa original. Ex.: Meu chefe briga comigo, me sinto humilhado e com raiva e desloco este sentimento para minha esposa. Quando chego em casa brigo com ela por algo sem importância descontando a minha ira. Ou ainda, posso ter uma experiência ruim com um dentista e generalizar meu comportamento de precaução ao me relacionar com os outros profissionais desta categoria.

Em geral os indivíduos com Transtornos Obsessivos Compulsivos (TOC) sofrem de grande insegurança por causa do rebaixamento de sua auto-estima, demonstrando grandes anseios por dependência que não foram preenchidos, além de uma grande raiva dirigida aos pais que não estiveram disponíveis quando foram necessários. Essa necessidade de proteção e cuidados, entretanto, é negada pelos pacientes que fazem questão de repudiar qualquer dependência que possam ter das pessoas mostrando distanciamento, austeridade e individualismo.

O trabalho com esses pacientes é muito complicado por causa de sua dificuldade, não só de expressar seus impulsos agressivos, como também de reconhecer os reais sentimentos que estão subjacentes às suas obsessões.

Pode-se dizer, assim, que os principais sintomas primários do TOC são as obsessões, compulsões e dúvidas constantes e infindáveis. O indivíduo nunca consegue decidir-se por esse ou aquele comportamento ficando dependente dos outros para tomar suas decisões, para ter uma crença ou decidir sobre seu futuro.

Observa-se que, na OBSESSÃO, os pensamentos, idéias, imagens, cenas invadem a consciência da pessoa de forma repetitiva, estereotipada, persistente, sendo seguidos ou não de rituais para neutralizá-los (outros pensamentos ou ações). Como são sentidos como inadequados, geram ansiedade e desconforto (ex.: obsessão sexual, de morte, contaminação, doença, de ser ferido, palavras, números).

As idéias obsessivas por serem extremamente rígidas, obstinadas, estáveis e carregadas afetivamente são muito difíceis de serem modificadas.

Já na COMPULSÃO observam-se comportamentos repetitivos, que são utilizados como forma de aliviar a ansiedade, destacando-se entre estes : lavar as mãos inúmeras vezes seguidas, limpar a casa constante e desnecessariamente, não pisar em quadrados, conferir coisas, contar e ordenar objetos, fazer a arrumação minuciosa de objetos, praticar rezas ritualísticas, fazer revisões constantes de atos executados, etc.

Além destas, existem ainda as compulsões automutiladoras como, por exemplo, coçar a pele até machucar, morder-se, cortar-se, roer unha até sangrar os dedos, coprolalia (impulso mórbido que leva o indivíduo a proferir obscenidades), tocar algum objeto,etc.

De forma geral, pode-se dizer que, a compulsão, tanto mental como motora, tem como objetivo desfazer ou neutralizar as obsessões. Exemplificando : um indivíduo pode achar que vai ser assaltado se não der três batidas na mesa de madeira antes de sair de casa ou cuspir sempre para que sua mãe não adoeça.

Pacientes de TOC também podem demonstrar muitos sintomas secundários como depressão, fúria, perturbações perceptuais e dificuldades sexuais. O sentimento de raiva, geralmente, só é manifestado quando alguém interfere nas compulsões do indivíduo. Vale lembrar, que nestes casos, estas pessoas acabam até por agredir física e verbalmente seus familiares diante da recusa na cooperação da execução de uma compulsão ou por tentarem impedi-lo que se ocupe desta.

Pode-se dizer que, os indivíduos que sofrem desta patologia são rígidos consigo próprios. Como ora eles cedem aos seus desejos, ora fazem cobrança de seus atos, costumam apresentar comportamentos ambivalentes que geram culpa e ansiedade, dando origem às idéias obsessivas (ex.: se eu não fizer isto, meu pai morre).

É comum também verificar-se entre os portadores de T.O.C. as dificuldades de relacionamento, pela presença da ansiedade elevada no contato, seja por medo da desaprovação ou da perda. O controle é feito para não perder a organização egóica. Quando alguém tira algo dele, ele começa a se desorganizar e desloca sua ansiedade para a repetição, pois não tem estrutura para lidar com a perda e o luto. Seu raciocínio é voltado às minúcias e aos detalhes.

A Psicanálise e as terapias comportamentais e ocupacionais visam diminuir os comportamentos compulsivos. Dependendo da gravidade dos sintomas o tratamento medicamentoso é recomendável para o controle da depressão e ansiedade, que inevitavelmente surgem nestes tipos de paciente.

Como comentado anteriormente, tratar dos pacientes que apresentam este transtorno não é fácil, pois mesmo que os sintomas sejam ego-distônicos e o indivíduo saiba que aquilo não está de acordo com sua vontade consciente, ele terá dificuldades de atuar em seu próprio beneficio. Isto porque o controle tem uma função de protegê-lo contra algo que o ameaça de forma intensa e perigosa, o que faz com que ele se agarre ao mesmo de forma obstinada.

Mas, mesmo sendo um tratamento de difícil manejo, ainda assim é possível ter sucesso com esses pacientes quando utilizadas as técnicas acima mencionadas. Por isso, não deixe de procurar ajuda profissional se você ou alguém de seu convívio apresentar este Transtorno. Com certeza, unidos poderemos encontrar uma melhor solução para este conflito.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

LEPTOSPIROSE.

A leptospirose é uma doença que ocorre no mundo inteiro - exceto nos pólos - mas possui maior incidência nos trópicos. Acomete pessoas de todas as idades e é mais comum nas populações com piores condições de saneamento básico.

Transmissão da leptospirose

A leptospirose é uma doença de animais mamíferos, principalmente roedores. Pode atingir cães e gatos domésticos, além de animais de criação como gado, cavalos, porcos, ovelhas etc...

O animal contaminado elimina a bactéria em sua urina, contaminando o solo e água. A Leptospira interrogans é capaz de sobreviver por muito tempo em ambientes úmidos, porém, morre rapidamente em ambientes secos.

Um mito urbano muito difundido é o da transmissão de leptospirose em latas de refrigerante e cerveja. Uma vez que estas estejam seca, a bactéria torna-se inviável. Porém, essa via é possível se as latas, após contato com a urina infectada permanecerem armazenadas em locais úmidos até o momento do consumo.

Entre os humanos, a principal fonte de transmissão são os ratos de esgoto. A infecção ocorre geralmente após o consumo de líquidos e alimentos e também por contato direto da pele - principalmente se houver feridas - com água contaminados pela urina destes roedores. Quanto mais prolongado for o contato com a pele, maior o risco de contágio.

Leptospirose
Enchentes - fator de risco para leptospirose
Não há relatos de transmissão humano para humano.

Nas regiões mais pobres, a maioria das infecções ocorre através do contato com águas de chuvas e enchentes contaminadas por urina de ratos. A ineficácia ou inexistência de rede de esgoto e drenagem de águas pluviais, a coleta de lixo inadequada e as consequentes inundações são condições favoráveis às epidemias.

É possível pegar leptospirose ao nadar em rios e lagos de água doce. Na praia a contaminação é pouco provável devido ao alto teor de sal da água.

Sintomas da leptospirose

Como ocorre em várias outras doenças infecciosas, o quadro clínico da leptospirose varia muito de indivíduo para indivíduo. O paciente pode apresentar desde quase nenhum sintoma, até um quadro grave com risco de morte.

O período de incubação pode variar de 2 a 30 dias. A média é 10 dias de intervalo entre a contaminação e o início dos sintomas da leptospirose.

Mais de 75% dos pacientes apresentam febre alta com calafrios, dor de cabeça e dor muscular. 50% apresentam náuseas, vômitos e diarréia. Um achado típico da leptospirose é a hiperemia conjuntival (olhos acentuadamente avermelhados).

Outros sintomas possíveis incluem tosse, faringite, dor articular, dor abdominal, sinais de meningite, manchas pelo corpo e aumento dos linfonodos, baço e fígado.

Como os sintomas da leptospirose são semelhantes às de várias outras doenças febris, o dado mais importante para o seu diagnóstico é a exposição recente a situações de risco como enchentes ou contato com água de poços, fossas, bueiros e esgoto.

A maioria dos pacientes melhora em um semana. Algumas vezes a evolução da doença é bifásica, com alguma melhora por 2 ou 3 dias seguido de nova piora dos sintomas.

A maioria dos casos de leptospirose apresenta evolução benigna, porém, em cerca de 10% a evolução é mais grave, complicando com insuficiência renal aguda (leia: ENTENDA A INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA), hemorragias, insuficiência hepática e insuficiência respiratória.

Os pacientes que complicam costumam apresentar sinais de icterícia (pele amarelada) após o terceiro dia de doença (leia: ICTERÍCIA NO ADULTO E ICTERÍCIA NEONATAL)

O diagnóstico final é normalmente feito através da sorologia sanguínea.

Tratamento da leptospirose

A imensa maioria dos casos de leptospirose é auto-limitada e deve ser tratada apenas com sintomáticos e hidratação. Quando o diagnóstico é feito nos 4 primeiros dias, pode se lançar mão de antibióticos como penicilinas, tetraciclina (ou doxiciclina) e eritromicina.

Deve se evitar aspirina e antiinflamatórios pelo risco de hemorragias (leia: AÇÃO E EFEITOS COLATERAIS DOS ANTIINFLAMATÓRIOS e ASPIRINA | AAS | Indicações e efeitos colaterais).

Nos casos mais graves pode ser necessário internamento em UTIs (leia: ENTENDA O QUE ACONTECE COM OS PACIENTES NA UTI) e instituição de tratamentos mais agressivos como ventilação mecânica e hemodiálise (leia: O QUE É HEMODIÁLISE? COMO ELA FUNCIONA?).

A vacina não confere imunização permanente e só está indicada em pessoas com trabalhos de risco como limpadores de bueiros e fossas.



Leia mais: http://www.mdsaude.com/2009/12/leptospirose.html#ixzz1CbuhmKBd

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Projeto M.A.R e SAMU juntos na tragédia em Teresópolis.









Estivemos acompanhando diretamento todo o caos q se transformou Teresópolis.Nossas  equipes permaneceram resgatando, confortando,recolhendo doações e mais do que qualquer coisa: repassando amor e carinho .Obrigado a todos os voluntários do projeto que deicharam suas casas e familiares para prestar solidariedade. Que Deus os ilumine mais e mais a cada dia.