Olá,queridos!
A A.M.A.R( associação de mulheres de ação e reação) em parceria com a AMVV(associação dos moradores da vila do Vidigal),está convocando pessoas que precisam de tais cirurgias:
-Vasectomia
-Laqueadura de trompas
- Miomectomias( retirada de miomas)
Exames:ultrassonografia, Mamografias,Preventivos...
O solicitante tem que residir no Vidigal ou Chácara do céu!
As inscrições serão realizadas na A.M.A.R, de Segunda a Sexta,das 09hs as 18hs.
Obs.: Segundo andar da associação de moradores!
Todos os atendimentos,palestras,simpósios,oficinas e outros eventos, cobramos valores simbólicos.Nosso projeto é itinerante e com este sistema podemos atuar em todas as comunidades carentes do RJ.informando,educando, conscientizando. Nossa base é a psicanálise.nosso público alvo são as mulheres. Possuímos uma equipe multifuncional e qualificada. Psicanalistas,psicólogos,médicos,fisioterapeutas, assistentes sociais,terapeutas, fonoaudiólogos,enfermeiros,advogados,etc.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
CURSO PREPARATÓRIO PARA A ENTRADA DE GRADUADOS DE ORIGEM POPULAR EM MESTRADO E DOUTORADO ACADÊMICO.
Escrito por Karla Leandro Rascke
Qui, 08 de Dezembro de 2011 21:56
Na terça-feira (6), o Observatório de Favelas e a Redes de Desenvolvimento da Maré publicaram o edital de seleção para o projeto Novos Saberes, curso preparatório para a entrada de graduados de origem popular em mestrados e doutorados acadêmicos, nas áreas de ciências humanas. As inscrições vão da data de lançamento ao dia 12 de janeiro de 2012. Terão prioridade na seleção os candidatos de origem popular, que vivem ou já tenham vivido em favelas e periferias, se declarem negros ou indígenas, tenham estudado em escolas públicas na maior parte de sua formação e não possuam na geração anterior de suas famílias pessoas que obtiveram diploma universitário. O projeto Novos Saberes tem entre os seus principais objetivos qualificar intelectuais comprometidos com a busca por um ideal de cidade mais justo e, portanto, prontos a formular novas perguntas que abram caminho para avanços nos conhecimentos sobre questões sociais e urbanas; e contribuir para ampliar a multiplicidade dos perfis socioeconômicos e raciais de estudantes matriculados nos programas de pós-graduação stricto sensu de bem conceituadas universidades brasileiras.
Nos 10 meses de curso, cujas aulas acontecerão nas sedes do Observatório de Favelas e da Redes, ambas na Maré, serão ministrados conteúdos sobre metodologia de pesquisa, produção de texto acadêmico e língua estrangeira instrumental (inglês, francês e/ou espanhol) - conhecimentos geralmente exigidos como pré-requisitos para o acesso a programas de mestrado e doutorado.
No início do projeto será realizado um seminário temático reunindo acadêmicos, representantes da sociedade civil organizada, profissionais de educação, estudantes e demais interessados, para debater os desafios e perspectivas da educação e a entrada de estudantes oriundos de favelas e periferias urbanas no ainda restrito universo da pós-graduação brasileira. Na oportunidade, os alunos serão apresentados a uma rede de acadêmicos que os apoiará na produção de seus respectivos projetos de pesquisa.
As duas organizações responsáveis pelo curso também pretendem inaugurar uma biblioteca que, além de atender a demanda dos estudantes, deve se tornar uma referência no que diz respeito à bibliografia de temas sociais e urbanos.
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O EDITAL DE SELEÇÃO
Mais informações:
Comunicação institucional do Observatório de Favelas
Tel.: (21) 3105 0204 / (21) 3888 3230
E-mails: comunicacao@observatoriodefavelas.org.br , thiago@observatoriodefavelas.org.br , raika@observatoriodefavelas.org.br
Comunicação institucional da Redes da Maré
Email: cecí lia@redesdamare.org.br Tel.: (21) 3105 5531 (falar com Cecília Olliveira)
Para entender mais...
O papel da universidade na produção de representações da favela e as principais dificuldades enfrentadas por estudantes de origem popular para entrar na pós-graduação
Sobretudo, na década de 1970, com o desenvolvimento dos programas de pós-graduação, a universidade brasileira assume a posição de ator de grande prestígio no que diz respeito à produção representações sobre as favelas, exercendo a partir de então significativo impacto no entendimento que se tinha destes locais.
Segundo a socióloga Lícia Valladares, em 1992, só o Rio de Janeiro tinha 10 programas de pós-graduação, nos quais as questões urbanas tinham espaço de destaque nas áreas de sociologia, antropologia, ciência política, história, geografia, planejamento urbano, medicina social, arquitetura e urbanismo, entre outros. Em 2001, de acordo com a mesma autora, eram 19 os programas.
O crescimento dos programas de pós-graduação que desenvolvem linhas de pesquisa concentradas nas questões sociais e urbanas, paralelo ao expressivo crescimento geral da oferta de vagas em programas de pós-graduação stricto sensu nos últimos 10 anos, é, entretanto, contrabalançado por dados não tão animadores. Basta olhar para as informações mais recentes sobre a quantidade de doutores por 100 mil habitantes no país. Estas dão conta de que, atualmente, em nosso país são 1,4 doutores a cada mil habitantes, enquanto, na Suíça, por exemplo, esse número é de 23, na Alemanha, 15,4 e, nos Estados Unidos, 8,4.
O quadro revela que o acesso a este campo de disputas em torno do conhecimento e de legitimação de representações sobre a cidade e as questões sociais que é a universidade permanece restrito a um pequeníssimo número de indivíduos que constituem, sem dúvida, uma elite intelectual.
As dificuldades de acesso a este restritíssimo grupo são maiores ainda para os graduados de origem popular e envolvem dimensões socioeconômicas, culturais e institucionais. Dentre os principais obstáculos ao acesso de graduados de origem popular à pós, pode-se, a princípio, destacar:
a) a necessidade de ampliação de seu capital social: o graduado precisa estar inserido em redes onde circulam informações que, uma vez acessadas, permitirão o traçado de estratégias para multiplicar as chances de aprovação nos processos seletivos;
b) a dificuldade de acesso ao capital cultural comum a grupos de classe média e alta, como o domínio de língua estrangeira (pré-requisito para ingresso na maioria dos mestrados e doutorados);
c) a dificuldade financeira para adquirir a bibliografia exigida nos editais dos processos seletivos;
d) Pouco domínio da linguagem acadêmica, já que a maioria destes estudantes sai da universidade sem necessariamente passar pela experiência da pesquisa.
Portanto, assim como os pré-vestibulares comunitários na década de 1990 têm contribuído de forma decisiva para entrada de estudantes de origem popular na universidade, hoje, o projeto Novos Saberes pretende criar condições para que o mesmo se repita nos mestrados e doutorados destas instituições de ensino.
Fonte: Observatório de Favelas
Qui, 08 de Dezembro de 2011 21:56
Na terça-feira (6), o Observatório de Favelas e a Redes de Desenvolvimento da Maré publicaram o edital de seleção para o projeto Novos Saberes, curso preparatório para a entrada de graduados de origem popular em mestrados e doutorados acadêmicos, nas áreas de ciências humanas. As inscrições vão da data de lançamento ao dia 12 de janeiro de 2012. Terão prioridade na seleção os candidatos de origem popular, que vivem ou já tenham vivido em favelas e periferias, se declarem negros ou indígenas, tenham estudado em escolas públicas na maior parte de sua formação e não possuam na geração anterior de suas famílias pessoas que obtiveram diploma universitário. O projeto Novos Saberes tem entre os seus principais objetivos qualificar intelectuais comprometidos com a busca por um ideal de cidade mais justo e, portanto, prontos a formular novas perguntas que abram caminho para avanços nos conhecimentos sobre questões sociais e urbanas; e contribuir para ampliar a multiplicidade dos perfis socioeconômicos e raciais de estudantes matriculados nos programas de pós-graduação stricto sensu de bem conceituadas universidades brasileiras.
Nos 10 meses de curso, cujas aulas acontecerão nas sedes do Observatório de Favelas e da Redes, ambas na Maré, serão ministrados conteúdos sobre metodologia de pesquisa, produção de texto acadêmico e língua estrangeira instrumental (inglês, francês e/ou espanhol) - conhecimentos geralmente exigidos como pré-requisitos para o acesso a programas de mestrado e doutorado.
No início do projeto será realizado um seminário temático reunindo acadêmicos, representantes da sociedade civil organizada, profissionais de educação, estudantes e demais interessados, para debater os desafios e perspectivas da educação e a entrada de estudantes oriundos de favelas e periferias urbanas no ainda restrito universo da pós-graduação brasileira. Na oportunidade, os alunos serão apresentados a uma rede de acadêmicos que os apoiará na produção de seus respectivos projetos de pesquisa.
As duas organizações responsáveis pelo curso também pretendem inaugurar uma biblioteca que, além de atender a demanda dos estudantes, deve se tornar uma referência no que diz respeito à bibliografia de temas sociais e urbanos.
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O EDITAL DE SELEÇÃO
Mais informações:
Comunicação institucional do Observatório de Favelas
Tel.: (21) 3105 0204 / (21) 3888 3230
E-mails: comunicacao@observatoriodefavelas.org.br , thiago@observatoriodefavelas.org.br , raika@observatoriodefavelas.org.br
Comunicação institucional da Redes da Maré
Email: cecí lia@redesdamare.org.br Tel.: (21) 3105 5531 (falar com Cecília Olliveira)
Para entender mais...
O papel da universidade na produção de representações da favela e as principais dificuldades enfrentadas por estudantes de origem popular para entrar na pós-graduação
Sobretudo, na década de 1970, com o desenvolvimento dos programas de pós-graduação, a universidade brasileira assume a posição de ator de grande prestígio no que diz respeito à produção representações sobre as favelas, exercendo a partir de então significativo impacto no entendimento que se tinha destes locais.
Segundo a socióloga Lícia Valladares, em 1992, só o Rio de Janeiro tinha 10 programas de pós-graduação, nos quais as questões urbanas tinham espaço de destaque nas áreas de sociologia, antropologia, ciência política, história, geografia, planejamento urbano, medicina social, arquitetura e urbanismo, entre outros. Em 2001, de acordo com a mesma autora, eram 19 os programas.
O crescimento dos programas de pós-graduação que desenvolvem linhas de pesquisa concentradas nas questões sociais e urbanas, paralelo ao expressivo crescimento geral da oferta de vagas em programas de pós-graduação stricto sensu nos últimos 10 anos, é, entretanto, contrabalançado por dados não tão animadores. Basta olhar para as informações mais recentes sobre a quantidade de doutores por 100 mil habitantes no país. Estas dão conta de que, atualmente, em nosso país são 1,4 doutores a cada mil habitantes, enquanto, na Suíça, por exemplo, esse número é de 23, na Alemanha, 15,4 e, nos Estados Unidos, 8,4.
O quadro revela que o acesso a este campo de disputas em torno do conhecimento e de legitimação de representações sobre a cidade e as questões sociais que é a universidade permanece restrito a um pequeníssimo número de indivíduos que constituem, sem dúvida, uma elite intelectual.
As dificuldades de acesso a este restritíssimo grupo são maiores ainda para os graduados de origem popular e envolvem dimensões socioeconômicas, culturais e institucionais. Dentre os principais obstáculos ao acesso de graduados de origem popular à pós, pode-se, a princípio, destacar:
a) a necessidade de ampliação de seu capital social: o graduado precisa estar inserido em redes onde circulam informações que, uma vez acessadas, permitirão o traçado de estratégias para multiplicar as chances de aprovação nos processos seletivos;
b) a dificuldade de acesso ao capital cultural comum a grupos de classe média e alta, como o domínio de língua estrangeira (pré-requisito para ingresso na maioria dos mestrados e doutorados);
c) a dificuldade financeira para adquirir a bibliografia exigida nos editais dos processos seletivos;
d) Pouco domínio da linguagem acadêmica, já que a maioria destes estudantes sai da universidade sem necessariamente passar pela experiência da pesquisa.
Portanto, assim como os pré-vestibulares comunitários na década de 1990 têm contribuído de forma decisiva para entrada de estudantes de origem popular na universidade, hoje, o projeto Novos Saberes pretende criar condições para que o mesmo se repita nos mestrados e doutorados destas instituições de ensino.
Fonte: Observatório de Favelas
COMO CURAR UM RELACIONAMENTO...
por Bruno J. Gimenes - sintonia@luzdaserra.com.br
Quando uma relação vai mal, não importa o tipo de relacionamento, naturalmente uma ou as duas partes começam a gerar conflitos os quais normalmente se manifestam na forma de mágoas, reclamações, cobranças, controle, censura, distanciamento, irritação, entre outras.
É compreensível entendermos que quando não estamos felizes com a outra parte, tenhamos o costume de nos lamentar e até desabafar para as pessoas mais próximas, o quanto estamos desconfortáveis com a determinada situação. Esse comportamento revela o que podemos dizer como sendo o hábito da maioria das pessoas que passam por tais situações. Contudo, precisamos definitivamente explicar que esse talvez seja o pior entre todos os erros. Pior ainda que o próprio conflito e as desavenças em si são as críticas e as lamentações que envolvem o relacionamento, porque quando estamos agindo assim, estamos reforçando nosso ponto de atração* naquela sintonia de conflitos e críticas, e, por conta da lei da atração**, acabamos atraindo mais situações as quais vamos nos sentir mal, além de que, reforçaremos o comportamento negativo da pessoa a qual estamos criticando.
O foco dos seus pensamentos e sentimentos sempre se expandirá. Aquilo que você pensa e sente está sempre relacionado àquilo que você atrai para a sua vida, portanto, quando você reclama de algo que vai errado na relação, você está contribuindo maciçamente para a sua ruína. O segredo para mudar isso tudo? Amor, admiração e valorização dos aspectos positivos da outra pessoa...
É fácil? Não.
É possível? Sim.
Funciona mesmo? Faz um milagre...
A dica é simples: entre centenas de aspectos negativos que você facilmente encontrou na pessoa a qual vem enfrentando uma série de conflitos -seja com o marido, esposa, chefe, funcionário, irmão, irmã, vizinho, filho ou qualquer relação que seja- encontre os seus aspectos positivos. Escolha alguns comportamentos que são exemplares naquela pessoa. Pode ser que você tenha realmente que fazer um grande esforço para encontrar qualidades naquela pessoa, mas valerá a pena.
Anote essas qualidades em um papel e guarde com você. Todas as vezes que surgir em você uma vontade grande de criticá-la ou de se magoar com alguma atitude dela, lembre-se do papel e leia as suas principais qualidades. Nos primeiros dias, o esforço será grande, mas logo em seguida os resultados virão. Mantenha a disciplina de jamais criticá-la e sempre que essa vontade incontrolável surgir, lembre-se do papel e leia as qualidades daquela pessoa. Depois de alguns dias fazendo essa prática, tanto você quanto essa pessoa passarão por mudanças incríveis e rapidamente um milagre acontecerá em suas vidas.
A força da admiração, do respeito e do amor pelo comportamento de uma pessoa, favorece que ela continue a expressar mais e mais aquela qualidade positiva. Além disso, com o seu ponto de atração sintonizado no amor e na admiração, você atrairá o que para a sua vida?
Obviamente mais amor e mais admiração!
Não critique, modifique. Treine a sua capacidade de perceber os aspectos positivos das pessoas, concentre-se neles sempre que os conflitos surgirem. Esse é o segredo do sucesso nos relacionamentos e, assim, você também conseguirá curar qualquer conflito, porque nada que seja negativo consegue resistir ao poder do amor!
*Seu ponto de atração é o seu estado de espírito ou sua vibração pessoal.
** Você atrai e manifesta em sua vida a essência dos seus pensamentos e sentimentos. O que você pensa e o que você sente sempre atrairão situações de mesma semelhança na sua realidade material.
Ouça ou baixe o áudio sobre Relacionamentos do programa Sintonia de Luz com Bruno J. Gimenes
Texto revisado
Quando uma relação vai mal, não importa o tipo de relacionamento, naturalmente uma ou as duas partes começam a gerar conflitos os quais normalmente se manifestam na forma de mágoas, reclamações, cobranças, controle, censura, distanciamento, irritação, entre outras.
É compreensível entendermos que quando não estamos felizes com a outra parte, tenhamos o costume de nos lamentar e até desabafar para as pessoas mais próximas, o quanto estamos desconfortáveis com a determinada situação. Esse comportamento revela o que podemos dizer como sendo o hábito da maioria das pessoas que passam por tais situações. Contudo, precisamos definitivamente explicar que esse talvez seja o pior entre todos os erros. Pior ainda que o próprio conflito e as desavenças em si são as críticas e as lamentações que envolvem o relacionamento, porque quando estamos agindo assim, estamos reforçando nosso ponto de atração* naquela sintonia de conflitos e críticas, e, por conta da lei da atração**, acabamos atraindo mais situações as quais vamos nos sentir mal, além de que, reforçaremos o comportamento negativo da pessoa a qual estamos criticando.
O foco dos seus pensamentos e sentimentos sempre se expandirá. Aquilo que você pensa e sente está sempre relacionado àquilo que você atrai para a sua vida, portanto, quando você reclama de algo que vai errado na relação, você está contribuindo maciçamente para a sua ruína. O segredo para mudar isso tudo? Amor, admiração e valorização dos aspectos positivos da outra pessoa...
É fácil? Não.
É possível? Sim.
Funciona mesmo? Faz um milagre...
A dica é simples: entre centenas de aspectos negativos que você facilmente encontrou na pessoa a qual vem enfrentando uma série de conflitos -seja com o marido, esposa, chefe, funcionário, irmão, irmã, vizinho, filho ou qualquer relação que seja- encontre os seus aspectos positivos. Escolha alguns comportamentos que são exemplares naquela pessoa. Pode ser que você tenha realmente que fazer um grande esforço para encontrar qualidades naquela pessoa, mas valerá a pena.
Anote essas qualidades em um papel e guarde com você. Todas as vezes que surgir em você uma vontade grande de criticá-la ou de se magoar com alguma atitude dela, lembre-se do papel e leia as suas principais qualidades. Nos primeiros dias, o esforço será grande, mas logo em seguida os resultados virão. Mantenha a disciplina de jamais criticá-la e sempre que essa vontade incontrolável surgir, lembre-se do papel e leia as qualidades daquela pessoa. Depois de alguns dias fazendo essa prática, tanto você quanto essa pessoa passarão por mudanças incríveis e rapidamente um milagre acontecerá em suas vidas.
A força da admiração, do respeito e do amor pelo comportamento de uma pessoa, favorece que ela continue a expressar mais e mais aquela qualidade positiva. Além disso, com o seu ponto de atração sintonizado no amor e na admiração, você atrairá o que para a sua vida?
Obviamente mais amor e mais admiração!
Não critique, modifique. Treine a sua capacidade de perceber os aspectos positivos das pessoas, concentre-se neles sempre que os conflitos surgirem. Esse é o segredo do sucesso nos relacionamentos e, assim, você também conseguirá curar qualquer conflito, porque nada que seja negativo consegue resistir ao poder do amor!
*Seu ponto de atração é o seu estado de espírito ou sua vibração pessoal.
** Você atrai e manifesta em sua vida a essência dos seus pensamentos e sentimentos. O que você pensa e o que você sente sempre atrairão situações de mesma semelhança na sua realidade material.
Ouça ou baixe o áudio sobre Relacionamentos do programa Sintonia de Luz com Bruno J. Gimenes
Texto revisado
domingo, 2 de outubro de 2011
REFLEXÃO PSICO POLÍTICA !
As sociedades contemporâneas estão gerando um combustível altamente inflamável que flui nos subsolos da vida coletiva. Trata-se de um combustível constituído pela mistura de quatro componentes: a promoção conjunta da desigualdade social e do individualismo, a mercantilização da vida individual e coletiva, a prática do racismo em nome da tolerância e o sequestro da democracia por elites privilegiadas, com a consequente transformação da política na administração do roubo “legal” dos cidadãos e do mal estar que provoca.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
CONCURSO !
Fundação Saúde abre concurso público para 4.554 vagas incluindo negros e índios
28/09/2011
Ceperj inicia inscrições em seu site nesta quinta-feira com prazo até 26 de outubro
Devido à urgência em sanar os problemas no setor hospitalar do Estado do Rio de Janeiro, a Fundação
Saúde está realizando concurso para contratação em empregos públicos de
níveis superior e médio técnico, com salários que chegam a R$ 6.077,43.
As partir das 10h desta quinta-feira (29/09), a Fundação Ceperj
(Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores
Públicos do Rio de Janeiro), a organizadora, disponibiliza em seu site– www.ceperj.rj.gov.br - as
fichas de inscrição que devem ser preenchidas até as 23h59 de 26 de
outubro. São oferecidas 4.554 vagas, sendo 20% destinados a negros e
índios e 5% aos portadores de deficiência.
Médicos de várias
especialidades e técnicos de várias áreas de atuação trabalharão nos
Hospitais de Urgência e Emergência, Institutos de Saúde, Unidades de
Pronto Atendimento (UPA’s) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
(Samu), sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O
diretor de Concursos e Processos Seletivos da Fundação Ceperj aconselha
os interessados a fazerem logo suas inscrições no site da organizadora,
não deixando o procedimento para os últimos dias, evitando sobrecarga no
sistema de processamento de dados. Segundo ele, a expectativa é de que
este concurso atraia milhares de candidatos.
Os rendimentos
para os empregos de nível médio técnico são de R$ 1.210,93; para os
cargos de nível superior com várias áreas de atuação chegam a R$
2.402,64; e para o emprego de médico com várias especialidades os
salários são de R$ 6.077,43.
A estratégia desta seleção terá
duas etapas: provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório
para todos os empregos; e avaliação de títulos, de caráter estritamente
classificatório, somente para os empregos de nível superior. O prazo de
validade do concurso será de um ano, contado da data da publicação de
sua homologação - de competência da Fundação Saúde - podendo ser
prorrogado uma única vez e por igual período, a critério da
Administração.
O
valor da taxa de inscrição para o emprego de médico é de R$ 150; para
as outras carreiras de nível superior custa R$ 100 e para as de nível
médio técnico, R$ 50. Depois de preencher todos os dados
necessários, o candidato deverá imprimir o boleto bancário
disponibilizado ao término do procedimento. O pagamento da taxa poderá
ser efetuado em qualquer agência bancária, dando preferência às agências
do Banco Itaú, obrigatoriamente por meio do boleto. Importante frisar
que a inscrição só será efetivada depois de a instituição bancária
confirmar o pagamento.
http://www.fesp.rj.gov.br/
ocultar
28/09/2011
Ceperj inicia inscrições em seu site nesta quinta-feira com prazo até 26 de outubro
Devido à urgência em sanar os problemas no setor hospitalar do Estado do Rio de Janeiro, a Fundação
Saúde está realizando concurso para contratação em empregos públicos de
níveis superior e médio técnico, com salários que chegam a R$ 6.077,43.
As partir das 10h desta quinta-feira (29/09), a Fundação Ceperj
(Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores
Públicos do Rio de Janeiro), a organizadora, disponibiliza em seu site– www.ceperj.rj.gov.br - as
fichas de inscrição que devem ser preenchidas até as 23h59 de 26 de
outubro. São oferecidas 4.554 vagas, sendo 20% destinados a negros e
índios e 5% aos portadores de deficiência.
Médicos de várias
especialidades e técnicos de várias áreas de atuação trabalharão nos
Hospitais de Urgência e Emergência, Institutos de Saúde, Unidades de
Pronto Atendimento (UPA’s) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
(Samu), sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O
diretor de Concursos e Processos Seletivos da Fundação Ceperj aconselha
os interessados a fazerem logo suas inscrições no site da organizadora,
não deixando o procedimento para os últimos dias, evitando sobrecarga no
sistema de processamento de dados. Segundo ele, a expectativa é de que
este concurso atraia milhares de candidatos.
Os rendimentos
para os empregos de nível médio técnico são de R$ 1.210,93; para os
cargos de nível superior com várias áreas de atuação chegam a R$
2.402,64; e para o emprego de médico com várias especialidades os
salários são de R$ 6.077,43.
A estratégia desta seleção terá
duas etapas: provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório
para todos os empregos; e avaliação de títulos, de caráter estritamente
classificatório, somente para os empregos de nível superior. O prazo de
validade do concurso será de um ano, contado da data da publicação de
sua homologação - de competência da Fundação Saúde - podendo ser
prorrogado uma única vez e por igual período, a critério da
Administração.
O
valor da taxa de inscrição para o emprego de médico é de R$ 150; para
as outras carreiras de nível superior custa R$ 100 e para as de nível
médio técnico, R$ 50. Depois de preencher todos os dados
necessários, o candidato deverá imprimir o boleto bancário
disponibilizado ao término do procedimento. O pagamento da taxa poderá
ser efetuado em qualquer agência bancária, dando preferência às agências
do Banco Itaú, obrigatoriamente por meio do boleto. Importante frisar
que a inscrição só será efetivada depois de a instituição bancária
confirmar o pagamento.
http://www.fesp.rj.gov.br/
ocultar
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Corrupção na saúde do RJ !!!
privatização da Saúde
14/09/2011
Email1
Projeto de Lei 767/2011, enviado à Alerj pelo governador Sérgio Cabral, autoriza a gestão privada da rede estadual por meio das Organizações Sociais. Para garantir a aprovação do projeto, governo convocou a PM e o batalhão de choque, que impediram a entrada e agrediram os manifestantes contrários a privatização da saúde pública no Rio de Janeiro.
Por Alessandra Camargo, do Rio de Janeiro (RJ)
A situação da saúde no Estado do Rio de Janeiro é uma vergonha. Os servidores estaduais são obrigados a trabalhar em vários empregos para poder pagar suas contas e dar dignidade a sua família. Já a população sofre com a falta de atendimento, medicamentos, profissionais e leitos. Ainda sim, a saúde recebeu mais um duro ataque do governo estadual, com aprovação do PL 767/2011 nesta terça-feira, 14 de setembro.
O projeto havia sido enviado em regime de urgência pelo governador Sérgio Cabral, para que tivesse uma votação única. Chegou a entrar na pauta de votação em agosto, mas recebeu 307 emendas, um recorde na história da Alerj. E enfrentou a resistência dos ativistas e profissionais da saúde, que ocuparam as galerias da Alerj e gritavam “privatização é coisa de ladrão”. Contudo, após uma série de reuniões a portas fechadas do governador com os deputados, o projeto de lei retornou a votação, e foi aprovado nesta terça-feira.
A votação foi folgada, com 49 votos a favor e somente 12 contra. Enquanto do lado de dentro os deputados entregavam a rede estadual aos empresários da saúde, do lado de fora estavam os manifestantes, impedidos de entrar. Gritavam incansavelmente, chamando Cabral de “fascista, covarde e ladrão”. Na tentativa de impedir a entrada dos deputados para a votação, os manifestantes fizeram uma corrente humana que só foi rompida pela policia e pelos seguranças com muita truculência, socos, empurrões e spray de pimenta nos olhos.
Em um dos diversos atos de covardia e violência que marcaram a intervenção da política e dos seguranças da Alerj, um manifestante foi aprisionado,por cerca de 30 minutos no interior da Alerj. Ao sair, tinha ferimentos vísiveis, em consequência de agressões. O mesmo foi coagido pela polícia para evitar repercussão, principalmente junto à imprensa, sendo expulso do local.
Privatização
As Organizações Sociais (OS´s) são empresas privadas que administram os serviços públicos pela lógica de mercado e com financiamento pago pelo dinheiro público, ou seja, contribuições e impostos dos trabalhadores. Representam ataques aos usuários e trabalhadores da saúde, pois administram o setor a partir de políticas de extinção do funcionalismo público, perda de direitos trabalhistas, estabelecimento de metas de produção para os trabalhadores e não realização de processos licitatórios.
Um dos sinais mais vísiveis desta “administração” é a criação de portas duplas de entrada. Ou seja, portas para a população, diretamente pelo SUS, e outra portaria, que passa a atender pacientes de convênios médicos e planos de saúde. Esta “entrada dupla” já é realidade em diversos hospitais públicos, principalmente na capital e em outras cidades de São Paulo, onde esta política foi implementada intensamente por administrações tucanas e petistas.
Hospitais universitários
É preciso repudiar e lutar com todas as forças contra esta política de ataques orquestrada pelos governos. Enquanto Cabral privatizava a saúde estadual, o prefeito Eduardo Paes privatizava a aposentadoria dos profissionais de educação na Câmara de Vereadores. Mesmo com forte resistência, o prefeito conseguiu a aprovação do PL 1005, que libera a capitalização do Fundo de Previdência e retira direitos dos servidores municipais.
Em Brasília, Dilma tentava aprovar o PL 1749/ 2011 que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), e que, na prática, privatiza a gestão dos hospitais universitários. A votação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados foi impedida pelos servidores da Fasubra, que estão em greve há mais de 100 dias e ocuparam o auditório.
É necessário seguir o exemplo dos trabalhadores e da juventude árabe e europeia e ir às ruas. No Rio de Janeiro, devemos unificar a luta: saúde, bombeiros, que ontem tiveram dois líderes presos, em um grande aparato policial, e profissionais da educação. Pois a única ferramenta dos trabalhadores é a luta. A votação desta terça demonstra que este Parlamento, em sua ampla maioria, está no bolso de Sergio Cabral. É preciso lutar nas ruas, pelo SUS 100% estatal, gratuito e de qualidade.
14/09/2011
Email1
Projeto de Lei 767/2011, enviado à Alerj pelo governador Sérgio Cabral, autoriza a gestão privada da rede estadual por meio das Organizações Sociais. Para garantir a aprovação do projeto, governo convocou a PM e o batalhão de choque, que impediram a entrada e agrediram os manifestantes contrários a privatização da saúde pública no Rio de Janeiro.
Por Alessandra Camargo, do Rio de Janeiro (RJ)
A situação da saúde no Estado do Rio de Janeiro é uma vergonha. Os servidores estaduais são obrigados a trabalhar em vários empregos para poder pagar suas contas e dar dignidade a sua família. Já a população sofre com a falta de atendimento, medicamentos, profissionais e leitos. Ainda sim, a saúde recebeu mais um duro ataque do governo estadual, com aprovação do PL 767/2011 nesta terça-feira, 14 de setembro.
O projeto havia sido enviado em regime de urgência pelo governador Sérgio Cabral, para que tivesse uma votação única. Chegou a entrar na pauta de votação em agosto, mas recebeu 307 emendas, um recorde na história da Alerj. E enfrentou a resistência dos ativistas e profissionais da saúde, que ocuparam as galerias da Alerj e gritavam “privatização é coisa de ladrão”. Contudo, após uma série de reuniões a portas fechadas do governador com os deputados, o projeto de lei retornou a votação, e foi aprovado nesta terça-feira.
A votação foi folgada, com 49 votos a favor e somente 12 contra. Enquanto do lado de dentro os deputados entregavam a rede estadual aos empresários da saúde, do lado de fora estavam os manifestantes, impedidos de entrar. Gritavam incansavelmente, chamando Cabral de “fascista, covarde e ladrão”. Na tentativa de impedir a entrada dos deputados para a votação, os manifestantes fizeram uma corrente humana que só foi rompida pela policia e pelos seguranças com muita truculência, socos, empurrões e spray de pimenta nos olhos.
Em um dos diversos atos de covardia e violência que marcaram a intervenção da política e dos seguranças da Alerj, um manifestante foi aprisionado,por cerca de 30 minutos no interior da Alerj. Ao sair, tinha ferimentos vísiveis, em consequência de agressões. O mesmo foi coagido pela polícia para evitar repercussão, principalmente junto à imprensa, sendo expulso do local.
Privatização
As Organizações Sociais (OS´s) são empresas privadas que administram os serviços públicos pela lógica de mercado e com financiamento pago pelo dinheiro público, ou seja, contribuições e impostos dos trabalhadores. Representam ataques aos usuários e trabalhadores da saúde, pois administram o setor a partir de políticas de extinção do funcionalismo público, perda de direitos trabalhistas, estabelecimento de metas de produção para os trabalhadores e não realização de processos licitatórios.
Um dos sinais mais vísiveis desta “administração” é a criação de portas duplas de entrada. Ou seja, portas para a população, diretamente pelo SUS, e outra portaria, que passa a atender pacientes de convênios médicos e planos de saúde. Esta “entrada dupla” já é realidade em diversos hospitais públicos, principalmente na capital e em outras cidades de São Paulo, onde esta política foi implementada intensamente por administrações tucanas e petistas.
Hospitais universitários
É preciso repudiar e lutar com todas as forças contra esta política de ataques orquestrada pelos governos. Enquanto Cabral privatizava a saúde estadual, o prefeito Eduardo Paes privatizava a aposentadoria dos profissionais de educação na Câmara de Vereadores. Mesmo com forte resistência, o prefeito conseguiu a aprovação do PL 1005, que libera a capitalização do Fundo de Previdência e retira direitos dos servidores municipais.
Em Brasília, Dilma tentava aprovar o PL 1749/ 2011 que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), e que, na prática, privatiza a gestão dos hospitais universitários. A votação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados foi impedida pelos servidores da Fasubra, que estão em greve há mais de 100 dias e ocuparam o auditório.
É necessário seguir o exemplo dos trabalhadores e da juventude árabe e europeia e ir às ruas. No Rio de Janeiro, devemos unificar a luta: saúde, bombeiros, que ontem tiveram dois líderes presos, em um grande aparato policial, e profissionais da educação. Pois a única ferramenta dos trabalhadores é a luta. A votação desta terça demonstra que este Parlamento, em sua ampla maioria, está no bolso de Sergio Cabral. É preciso lutar nas ruas, pelo SUS 100% estatal, gratuito e de qualidade.
domingo, 21 de agosto de 2011
GOVERNADOR DO RIO SERGIO CABRAL ENVIA PROJETO DE PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE PARA ALERJ.
GOVERNADOR DO RIO SERGIO CABRAL ENVIA PROJETO DE PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE PARA ALERJ.
por Maria Ivone Ivone Suppo a Domingo, 21 de Agosto de 2011 às 14:19
Deputada Estadual Janira Rocha fala sobre o projeto de lei feito pelo governador que quer privatizar a sáude no estado.
No último dia 16 de agosto o governador Sergio Cabral enviou à Assembleia Legislativa (Alerj) projeto de lei que permite entregar a gestão dos hospitais públicos estaduais às chamadas Organizações Sociais (OS). A proposta começa a ser discutida pela Alerj nos próximos dias. O modelo é semelhante ao que já vem sendo utilizado em São Paulo e em alguns hospitais do Rio e que levou ao desvio de milhões de reais dos cofres públicos para as OS, sem melhorar o atendimento à população.
A deputada Janira Rocha criticou a proposta do governador. "O que são as organizações sociais? Elas são empresas de saúde privada, que já vem tendo dentro da atual gestão das nossas unidades de saúde um papel de rapina, de envolvimento de várias fraudes, em vários desvios de recursos da Saúde" disse Janira. Ela citou o exemplo de São Paulo que também privatizou a gestão dos hospitais públicos. "O resultado em São Paulo não foi a melhoria do atendimento; não foi superar os problemas que a saúde pública tem, muito pelo contrário, hoje não existem vagas para atender a população nas unidades públicas e muito menos nas unidades particulares. No entanto, o dinheiro continua rodando solto ", denunciou Janira.
A deputada disse que vai lutar com todas as forças contra a proposta do governador. "Não tem alternativa de salvar a vida das pessoas que não seja pela saúde pública", afirmou Janira. Ela disse que vai mobilizar a sociedade, "chamar as comunidades; chamar todo mundo, para garantir que esse projeto não seja aprovado". afirmou Janira.
Ela criticou os que defendem a tese que as OS vão melhorar a gestão da saúde pública. "Isso é uma mentira. Isso já está provado, onde essas organizações sociais entraram, elas não melhoraram nada, muito pelo contrário, elas só pioraram. O que acaba com a saúde são os problemas da corrupção, das fraudes e o do desvio de dinheiro. Isso sim", disse Janira. Ela defendeu a abertura de uma CPI para investigar as denúncias de desvios de recursos e fraudes na saúde estadual. "Quer melhorar a Saúde, vamos fazer primeiro a CPI e depois discutiremos gestão. Se a gestão tem que ser mudada, se a gestão está na mão de gente incompetente, o governador Sérgio Cabral que entregue seu cargo. Se ele não tem capacidade para fazer com que a Saúde no Rio funcione, que entregue seu cargo. Se o secretário de Saúde não tem capacidade para gerir a pasta, que entregue seu cargo e não venha para cá querer entregar a Saúde pública, bancada com o dinheiro do povo trabalhador, para empresas privadas", afirmou Janira.
Reportagem : Vinicius Oliveira
Sindsprev comunitário Santo Aleixo.
por Maria Ivone Ivone Suppo a Domingo, 21 de Agosto de 2011 às 14:19
Deputada Estadual Janira Rocha fala sobre o projeto de lei feito pelo governador que quer privatizar a sáude no estado.
No último dia 16 de agosto o governador Sergio Cabral enviou à Assembleia Legislativa (Alerj) projeto de lei que permite entregar a gestão dos hospitais públicos estaduais às chamadas Organizações Sociais (OS). A proposta começa a ser discutida pela Alerj nos próximos dias. O modelo é semelhante ao que já vem sendo utilizado em São Paulo e em alguns hospitais do Rio e que levou ao desvio de milhões de reais dos cofres públicos para as OS, sem melhorar o atendimento à população.
A deputada Janira Rocha criticou a proposta do governador. "O que são as organizações sociais? Elas são empresas de saúde privada, que já vem tendo dentro da atual gestão das nossas unidades de saúde um papel de rapina, de envolvimento de várias fraudes, em vários desvios de recursos da Saúde" disse Janira. Ela citou o exemplo de São Paulo que também privatizou a gestão dos hospitais públicos. "O resultado em São Paulo não foi a melhoria do atendimento; não foi superar os problemas que a saúde pública tem, muito pelo contrário, hoje não existem vagas para atender a população nas unidades públicas e muito menos nas unidades particulares. No entanto, o dinheiro continua rodando solto ", denunciou Janira.
A deputada disse que vai lutar com todas as forças contra a proposta do governador. "Não tem alternativa de salvar a vida das pessoas que não seja pela saúde pública", afirmou Janira. Ela disse que vai mobilizar a sociedade, "chamar as comunidades; chamar todo mundo, para garantir que esse projeto não seja aprovado". afirmou Janira.
Ela criticou os que defendem a tese que as OS vão melhorar a gestão da saúde pública. "Isso é uma mentira. Isso já está provado, onde essas organizações sociais entraram, elas não melhoraram nada, muito pelo contrário, elas só pioraram. O que acaba com a saúde são os problemas da corrupção, das fraudes e o do desvio de dinheiro. Isso sim", disse Janira. Ela defendeu a abertura de uma CPI para investigar as denúncias de desvios de recursos e fraudes na saúde estadual. "Quer melhorar a Saúde, vamos fazer primeiro a CPI e depois discutiremos gestão. Se a gestão tem que ser mudada, se a gestão está na mão de gente incompetente, o governador Sérgio Cabral que entregue seu cargo. Se ele não tem capacidade para fazer com que a Saúde no Rio funcione, que entregue seu cargo. Se o secretário de Saúde não tem capacidade para gerir a pasta, que entregue seu cargo e não venha para cá querer entregar a Saúde pública, bancada com o dinheiro do povo trabalhador, para empresas privadas", afirmou Janira.
Reportagem : Vinicius Oliveira
Sindsprev comunitário Santo Aleixo.
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